Copyright by Ronye Márcio
28/08/03 às 08h55min
Publicado na Webartigos
O Sol, em seu altar tão fulgurante.
Esplendorosos raios da altura
Abrasa a crosta, a cobertura.
A litosfera arde, sua, cante!
Vapores elevados ao céu
Da extrema atmosfera terrestre.
Rarefeito ar, denso como véu,
Despenca ar frio, sobre o pedestre.
Desse movimento se faz brisa,
Torna-se sereno e calmaria.
Abre o peito, e oscila a camisa.
De repente a brisa. Quem diria!
Fez-se em espiral, o ciclone;
Vindo do litoral. Que os destrone!
O Sol, em seu altar tão fulgurante.
Esplendorosos raios da altura
Abrasa a crosta, a cobertura.
A litosfera arde, sua, cante!
Vapores elevados ao céu
Da extrema atmosfera terrestre.
Rarefeito ar, denso como véu,
Despenca ar frio, sobre o pedestre.
Desse movimento se faz brisa,
Torna-se sereno e calmaria.
Abre o peito, e oscila a camisa.
De repente a brisa. Quem diria!
Fez-se em espiral, o ciclone;
Vindo do litoral. Que os destrone!
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