Ronye Márcio Cruz de Santana
Feito em 17 de Agosto de 2011
Homenagem ao Professor Jailson Almeida
Jailson
é A Resistência da Flor de Lácio
em Letras.
Lusitano não em Pátria,
sim em Língua.
Desbravador não em caravelas,
Mas em Epopeias camonianas.
Jailson não é um mero escritor
que descreve ambientes.
É um arqueólogo da Língua Lácia
E desbravador da Língua Nacional.
Jail-son variação de “Joel”
que quer dizer ‘O adorador de Jeová’,
e o termo ‘son’ em Inglês quer dizer filho,
então Jailson significa ‘O filho do adorador’.
Ptolomeu Filadelfo edificou
a Biblioteca de Alexandria,
porém, somente A Resistência da Flor de Lácio
é que continua sendo perpetuado por Jailson,
cujo filho do adorador
apaixonou-se pelas Letras,
e com elas entoam o canto
tão belo como o do Rei Davi.
Profere seu canto didático
que reluz na obscuridade
da falta de conhecimento discente.
Jailson, o professor-pai
que ensina a linguística-didática,
que canta em linguística-fonética,
que conta em linguística-textual,
que sonha em linguística-poética.
Na Língua dos Tupiniquins
a Língua Lácia dominou,
mas para a sociedade brasileira
a mistura se firmou.
É nesse contexto
De mistura linguística
Que nasce O linguista
Para coser as nuanças
Da gestação da Linguística Nacional.
Assim é Jailson...
Justo na linguagem,
Amoroso no discurso,
Ímpar no sistema linguístico,
Livre no pensamento Lácio,
Soberano no domínio gráfico,
Orador, perito e sonhador
Nos sinais gráficos – formador.
Assim é Jailson.
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